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Segurança
17/06/2019 19h30

Morte no Verdinho em Criciúma não foi um latrocínio

Homem que foi morto no último fim de semana foi vítima de Homicídio.
Morte no Verdinho em Criciúma não foi um latrocínio
A Polícia Civil, de Criciúma, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC), elucidou a morte de um homem, de 54, identificado como José Carlos de Andrade, na noite do último sábado, no bairro Verdinho, em Criciúma. Inicialmente, a suspeita era de que o caso se tratasse de um latrocínio, mas, na verdade, o fato foi um homicídio.

O coordenador da DIC de Criciúma, delegado Jorge Giraldi, explica que a morte ocorreu por conta de uma traição. “A esposa da vítima mantinha um relacionamento extraconjugal com o suspeito de ter cometido, um homem de 29 anos, natural de São Luiz Gonzaga, no Maranhão”, afirmou.

Ontem, em depoimento ao delegado, o suspeito confessou que havia matado José Carlos de Andrade. “Os depoimentos dele e da viúva coincidem. A versão é de que eles estavam na residência quando o marido chegou. Foi quando houve um desentendimento. O suspeito alegou que foi agredido com uma barra de ferra na cabeça, e ele tem o ferimento, e com uma cadeirada. Para se defender pegou uma faca de cozinha e desferiu golpes na vítima”, contou Giraldi.

Logo após o crime, a mulher pegou o carro e levou o amante até uma o local onde ele estava morando, no bairro Quarta Linha. Na sequência, ela ainda foi até a casa do filho onde inventou a história de que a morte teria ocorrido durante um assalto a residência.

“Só que ela confirmou que fez isso com medo do amante e que a morte não foi premeditada. Segundo ela afirmou em depoimento, o marido costumava chegar de viagem e pedia para buscá-lo. Dessa vez ele chegou em casa sem avisar e houve o desentimento”, disse o delegado.

Prisão preventiva

Conforme o coordenador da DIC, o caso agora será repassado ao delegado André Milanese, responsável pela divisão de homicídios. E, inicialmente, apenas a prisão preventiva do suspeito deve ser solicitada.

“Como ele não é daqui, vamos tomar esse cuidado. Se responder em liberdade, pode acabar fugindo para a sua região e não ser mais encontrado. Feito isso, o delegado André dará continuidade às investigações”, explicou Giraldi.

Fonte: Dn Sul.
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