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20/12/2018 18h40

Manutenção da calha do Rio Tubarão é tema de encontro

O posicionamento do governo estadual é a adequação do Projeto Ambiental. O projeto de desassoreamento do rio Tubarão engloba os projetos básico e de impacto ambiental, todos fundamentais para a execução da obra. A ação prevê dragagem, aprofundamento e recuperação da calha do rio para melhorar o escoamento e reduzir as possibilidades de cheias. A última obra de dragagem ocorreu há mais de 30 anos.
Manutenção da calha do Rio Tubarão é tema de encontro
Nesta quinta-feira(20), uma reunião via vídeo wall discutiu a manutenção da calha do Rio Tubarão, projeto de Estudo de Impacto Ambiental e Executivo, além dos próximos encaminhamentos.

O encontro foi convocado pelo secretário de Estado da Defesa Civil, Coronel BM João Batista Cordeiro Júnior com o secretário da ADR Tubarão, Samuel Silva, coordenador Municipal de Proteção e Defesa Civil (representando a Prefeitura de Tubarão), Coronel BM Djalma Alves, membros do Comitê da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar e Comissão de Acompanhamento dos Projetos de Desassoreamento do Rio Tubarão;

O posicionamento do governo estadual é a adequação do Projeto Ambiental - a pedido do IMA (Instituto do Meio Ambiente) para incluir alguns trechos que não estavam inclusos neste plano de manutenção da calha do rio, como a foz e a nascente, com isso será alterado também o projeto executivo.

Este grupo também espera uma posição da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável, autora do projeto de Execução da Obra, para a readequação da execução dos trabalhos. Os dois projetos têm que estar em consonância, em conformidade um com o outro.

A Secretaria de Estado da Defesa Civil já solicitou estes novos projetos ambientais, já contratando a empresa que irá fazê-los.

A intenção é torná-lo o mais completo possível na sua hidrodinâmica, obedecendo o curso natural da lagoa, da foz, da nascente. E este projeto executivo é a diretriz de como vai realizar a sua execução. O que ficou acordado é que em fevereiro uma nova reunião será agendado como os novos integrantes do governo para dar este encaminhamento por parte do Estado”, finalizou o secretário da Defesa Civil.

Mas, a discussão foi além da manutenção da calha do Rio Tubarão, quando o engenheiro químico e climatologista Rafael Marques, e o ex-gerente Regional da Cidasc, Claudemir S. Santos, falaram da complexidade da obra, que exige ação técnica interdisciplinar para evitar novos prejuízos. “A comunidade está vulnerável a estas ações e estamos esperamos há seis anos a conclusão desses projetos. Mas somos otimistas e sempre esperamos o melhor, estamos aqui para contribuir”, ressaltou o coordenador da comissão.

A obra
A obra de manutenção da calha do Rio Tubarão compreende 29,7 mil metros entre a área urbana de Tubarão até a foz, em Laguna. Conforme a última batimetria, em alguns pontos a calha está 40% comprometida. É necessário remover pelo menos 6.831.455,075 metros cúbicos de material. A última obra de dragagem ocorreu há mais de 30 anos.

O projeto de desassoreamento do rio Tubarão engloba os projetos básico e de impacto ambiental, todos fundamentais para a execução da obra. A ação prevê dragagem, aprofundamento e recuperação da calha do rio para melhorar o escoamento e reduzir as possibilidades de cheias. A obra foi recomendada pelo Comitê de Bacia do Rio Tubarão.

Cerca de 6.831.455,075 metros cúbicos de areia serão removidos de um trecho de 29,7 quilômetros do manancial, entre a área urbana de Tubarão e a foz do rio, em Laguna. Os investimentos para a realização da obra são estimados em mais de R$ 300 milhões.
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