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28/10/2018 20h56

Michelle Bolsonaro: Brasil terá uma ceilandense como primeira-dama

O deputado Alberto Fraga (DEM), articulador político de Bolsonaro, indica que Michelle deve ter envolvimento com a área social dentro do governo. “Ela é simples, de origem humilde, tenho certeza que terá um papel muito importante, cuidando dos direitos das crianças e das mulheres, especialmente”, diz.
Michelle Bolsonaro: Brasil terá uma ceilandense como primeira-dama
Michelle de Paula Firmino Reinaldo desembarcava na Esplanada dos Ministérios diariamente para trabalhar como secretária no Congresso Nacional. Passava pelo Palácio do Planalto e nem imaginava que, em 1º de janeiro de 2019, subiria aquela rampa como primeira-dama, ao lado do presidente da República eleito, Jair Messias Bolsonaro.

Os dias de anonimato da mulher nascida em Ceilândia, evangélica, torcedora do Flamengo, filha de nordestinos, cujo pai sustentava a casa como motorista de ônibus, ficaram para trás. Os olhos do país estão voltados para Michelle que, nas raras aparições públicas, apresentou-se informal e discreta.

“O Jair tem um brilho diferenciado no olhar. É um cara humano, que se preocupa com as pessoas. Muito brincalhão, muito natural, muito dado”, afirmou a futura primeira-dama. “Quem conhece, quem convive, sabe que ele é assim. É meu amor, né?”, completou.

O deputado Alberto Fraga (DEM), articulador político de Bolsonaro, indica que Michelle deve ter envolvimento com a área social dentro do governo. “Ela é simples, de origem humilde, tenho certeza que terá um papel muito importante, cuidando dos direitos das crianças e das mulheres, especialmente”, diz.

Michelle apareceu pela primeira vez em propaganda eleitoral  na TV durante a última quinta-feira (25/10), três dias antes do segundo turno. Foi apresentada como uma pessoa “forte e sensível, dedicada à causa das pessoas com deficiência e que estará ao lado de Jair Bolsonaro trabalhando pelo Brasil”.

Amor na Esplanada
Boa parte dos familiares de Michelle vive em Ceilândia, onde ela nasceu e viveu, até tornar-se namorada de Bolsonaro, em 2007. Os dois se conheceram no Congresso Nacional. “Tudo começou quando nos vimos pela primeira vez, no gabinete do Jair. Não demorou muito para termos a certeza de que queríamos dividir uma vida a dois”, afirmou a futura primeira-dama em entrevista a uma revista carioca, anos depois.
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