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01/07/2024 16h15

Tubarão 1988: Caso Solon Rodel foi destaque nos jornais da cidade

Em 1988, o latrocínio do empresário foi destaque nos jornais da cidade
Tubarão 1988: Caso Solon Rodel foi destaque nos jornais da cidade

Em 1988, o latrocínio de um empresário foi destaque nos jornais da cidade. Solon Rodel foi vítima de um latrocínio. O caso aconteceu por causa de um relógio Omega de ouro 18 quilates, vendido por Cz$ 100.000,00 por José Martinelli de Souza para Antônio Carlos Rodrigues.

 

Martinelli tentou recuperar o relógio, mas já havia sido comprado de Antônio Carlos pelo empresário Solon Rodel, pela quantia de Cz$ 150.000,00. Determinados a recuperar a joia, Martinelli e seu irmão rastrearam Solon na Churrascaria Bambu, com informações fornecidas por Carlinhos. Eles o perseguiram até a boate Castelinho, frequentada pela vítima. 

 

De acordo com a notícia publicada pelo jornal Expresso do Sul no dia 29 de outubro de 1988, após um breve período na boate, Solon, visivelmente embriagado, dirigiu-se à lanchonete Paula Lanches.

 

Os irmãos Martinelli o convenceram a voltar para a boate para, supostamente, ajudar um amigo. No caminho, revelaram que era um assalto. Eles dispararam um tiro, roubaram o relógio e outras jóias, e deixaram Solon ferido. 

 

A Justiça condenou José Martinelli de Souza a 23 anos de prisão e multa, Joaquim Martinelli de Souza a 21 anos de prisão e multa, Antônio Carlos Rodrigues (Carlinhos) a 12 anos de prisão e multa, e outra mulher, de nome Irene Lupato a 20 dias-multa por infração ao art. 307 do Código Penal (falsidade ideológica).
 

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Inocentando os inocentes

 

“Encontrado quase sem vida num lugar ermo da cidade, ele não teve condição de pronunciar nem de reconhecer os seus algozes”, dizia uma matéria publicada também no Expresso do Sul. A população chegou a acusar pessoas que estiveram num jantar na mesma Churrascaria Bambu, na noite do crime.

 

“Este simples jantar deu motivo para os caçadores de culpados citarem com insistência e incrível malevolência o nome do senhor Ivaldo José Luciano, que, pressionado por denúncias de alguns irresponsáveis foi obrigado a prestar vinte e três depoimentos à polícia, todos eles de igual teor e da mesma intensidade sobre a verdade que finalmente aflorou”, afirma o jornal.

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Um ano antes de ser vítima de latrocínio, Rodel viveu um caso curioso: ele teve dois cachorros sequestrados em outubro de 1987. Os animais eram de raça e valiam uma boa quantia. Os sequestradores pediram Cz$ 15.000 (cruzeiros). De acordo com a notícia do dia 16 de outubro de 1987, os cães não haviam sido encontrados, mas a polícia investigava o caso. 


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