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24/02/2024 15h31

Brasil: jovem descobre câncer raro após confundir sinal no nariz com espinha interna

Caso aconeceu em São Luís, Maranhão
Brasil: jovem descobre câncer raro após confundir sinal no nariz com espinha interna
O que começou como uma simples protuberância no nariz, inicialmente confundida com uma espinha interna, transformou-se em uma jornada desafiadora para Juliana Lima Vilela, uma dentista e empresária de 30 anos, residente em São Luís (MA).


Juliana, apaixonada pelo universo da moda e beleza, decidiu procurar ajuda médica ao se incomodar com o nódulo, que inicialmente pensou ser uma espinha. Entretanto, o que deveria ser uma cauterização de rotina em maio de 2023 rapidamente se tornou motivo de preocupação, à medida que a ferida não cicatrizava e crescia, afetando sua autoestima e interferindo em suas atividades diárias.


Incomodada com a situação, Juliana começou a documentar sua jornada de exames e recuperação através de vlogs nas redes sociais. Ela compartilhou os desafios iniciais dessa experiência que mudaria sua vida. “Eu sou uma empreendedora, dona de uma loja de moda feminina aqui em São Luís. A ferida aberta me incomodava muito, porque estava muito feia. Eu não me sentia à vontade para atender meus clientes, não tinha vontade de sair, mas me esforçava muito, porque, afinal de contas, não podemos parar. As mulheres hoje precisam direcionar sua força e energia para realizar seus sonhos e objetivos, não é mesmo? E foi isso que fiz. Mas sempre buscando uma solução para resolver esse problema, porque estava muito preocupada”, relatou a dentista.


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Inicialmente, Juliana não suspeitava que o caroço em seu nariz pudesse ser câncer. Após consultar vários especialistas sem obter um diagnóstico conclusivo, ela decidiu seguir a recomendação de uma amiga e buscar assistência em um hospital especializado em São Paulo.


“Consultei vários dermatologistas e cirurgiões plásticos, mas nenhum chegava a um diagnóstico definitivo. Foi então que minha mãe encontrou uma amiga no supermercado que tinha tido câncer e ela nos indicou alguns médicos em São Paulo. Fomos até lá, mas sem imaginar que poderia ser algo sério, porque eu me sentia bem”, compartilhou Juliana.


Após seis meses, agora na região Sudeste do país, Juliana passou por uma segunda biópsia, que revelou o diagnóstico de um câncer raro conhecido como sarcoma, um tipo de tumor maligno que geralmente se origina nas células das partes moles do corpo.

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Inicialmente suspeitava-se de um carcinoma, o tipo mais comum de câncer de pele, porém, a situação exigiu um procedimento muito mais delicado. Diante dessa nova realidade e da complexidade do procedimento, Juliana enfrentou uma decisão desafiadora: optar por uma cirurgia delicada para garantir a remoção de todas as células cancerígenas possíveis ou por uma intervenção menos invasiva, porém com maior probabilidade de recidiva. Ela optou pela primeira opção, resultando na remoção da região afetada do nariz.

Fonte: G1
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